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Fundação Eugénio D'Almeida

Um olhar pela fundação Eugénio D'Almeida, produz vinho na Adega da Cartuxa em Évora.

 

A Fundação Eugénio D’Almeida

Em Évora há uma porta sempre aberta à solidariedade e ao desenvolvimento: a porta da Fundação Eugénio de Almeida. Criada em 1963 pelo Eng.º Vasco Maria Eugénio de Almeida com o objectivo de apoiar o desenvolvimento da região, a Fundação prossegue fins culturais, educativos e de solidariedade social.

E seja através do seu projecto agro-pecuário pioneiro e inovador, do seu programa de bolsas de estudo ou do seu contributo para outras instituições sociais, culturais, de ensino ou artísticas, os beneficiários deste grande projecto são sempre as pessoas da região de Évora. Para quem esta porta nunca se fecha.

Historial da Empresa:

A Fundação Eugénio de Almeida é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, de inspiração cristã, fundada em 1963 pelo Eng.º Vasco Maria Eugénio de Almeida, Conde de Villalva. Esta Instituição está orientada para o desenvolvimento social, cultural e técnico da região de Évora e possui um património rústico de 6.687 hectares situados neste concelho, explorando directamente 5.500 hectares vocacionados especialmente para as culturas arvenses, pecuária, silvicultura e viticultura.

O património vitícola da Fundação Eugénio de Almeida é composto por 250 hectares de vinha conduzidos de acordo com o modo de “Protecção Integrada” e regados gota-a-gota.

As principais castas utilizadas são as recomendadas para a região Alentejo:

Castas tintas a Trincadeira, Aragonez, Periquita, Tinta Caiada, Alicante Bouschet e Alfrocheiro que representam cerca de 75% do encepamento;

Castas brancas, destacam-se o Roupeiro, Antão Vaz e Arinto.

A produção de uva é transformada na Adega da Cartuxa, onde são produzidos os vinhos “Pêra-Manca”, “Cartuxa”, “Foral de Évora” “Cerca Nova” e “E.A.

Vinhos da Fundação

Pêra–Manca, DOC Alentejo-Évora

Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos vinhos de excepção.

Os vinhos brancos têm por base as castas Antão Vaz e Arinto, procurando obter-se um vinho de cor citrina, aroma frutado persistente, fino e complexo e com sabor macio, seco com certo corpo e um ligeiro acidulo nobre que lhe confere harmonia.

Os vinhos tintos têm por base as castas Trincadeira e Aragonês, procurando-se obter um vinho com cor granada, aroma complexo a passas de frutos e essências das madeiras de estágio de grande finura e profundidade e com sabor encorpado, rico, com certa frescura e um aveludado em harmonia com um tanino de grande qualidade que lhe confere estabilidade natural e longevidade.

Cartuxa, DOC Alentejo-Évora

Imagem4 Estes vinhos associam a sua qualidade ao nome dos monges Cartuxos que desde 1587 levam uma vida solitária de oração no Convento de Santa Maria Scala Coeli.

Os vinhos brancos têm por base as castas Antão Vaz, Roupeiro e Arinto procurando obter-se vinhos com aroma fino, um certo corpo, persistentes e harmoniosos.

Os vinhos tintos têm por base as castas mais comuns no Alentejo: Trincadeira, Aragonês, Alfrocheiro, Periquita, Moreto e Tinta Caiada, procurando obter-se vinhos com estágio em madeira de carvalho, com boa estrutura, aroma complexo às castas constituintes e sabor persistente e complexo com boa longevidade.

Foral de Évora, DOC Alentejo-Évora

A tradição do vinho na região de Évora remonta a tempos imemoriais. O Foral que D. Manuel I outorgou à cidade em 1501 disso dá testemunho.

Os vinhos brancos são constituídos pelas castas Assario, Roupeiro e Arinto sobressaindo as características de juventude caracterizadas pelos aromas frutados e sabores frescos.

Os vinhos tintos são constituídos pelas castas Trincadeira, Alicante Bouschet e Aragonês, estagiam em barricas de carvalho novas, procurando obter-se vinhos com grande concentração, exuberância própria da juventude, sem que a madeira se sobreponha à fruta das castas, e com grande suavidade e persistência.

Cerca Nova, Vinho Regional Alentejano

Vinhos cujo perfil é baseado em associações de castas diversas e com diferente tecnologia. Nos vinhos brancos predominam as castas Perrum e Arinto.

Os vinhos tintos evidenciam uma boa concentração de cor e taninos.





E A, Vinho Regional Alentejano

Trata-se de vinhos do ano, com características próprias de vinhos jovens, fáceis de beber e para consumo imediato, constituídos pelas principais castas do Alentejo. Os vinhos brancos são obtidos das castas Roupeiro, Perrum e Arinto.

Os vinhos tintos, tendo por base as principais castas alentejanas, caracterizam-se pela sua suavidade e juventude.




Contactos

Designação da Empresa: Fundação Eugénio de Almeida

Sede: Páteo de S. Miguel, Apartado 2001, 7001-901 Évora

Tel: 266748300 - Fax: 266705149 - E-mail: geral@fea-evora.com.pt

Página da Internet: www.fea-evora.com.pt

 

 

23-10-2003

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